Sabia que o Filtro de Habitáculo nasceu graças a um problema de saúde?
Hoje consideramos o filtro de habitáculo um componente padrão na manutenção automóvel, mas a sua introdução no mercado automóvel teve uma motivação médica muito específica na década de 1980.
Até essa altura, o ar que entrava na ventilação dos carros vinha diretamente da rua, sem qualquer filtragem, expondo os passageiros a concentrações elevadas de fuligem, poeira e pólen. Em 1989, a Mercedes-Ben introduziu o primeiro sistema de filtragem de habitáculo.
O desenvolvimento desta peça foi impulsionado pela necessidade de proteger condutores e passageiros que sofriam de problemas respiratórios graves, como asma crónica e alergias severas ao pólen (polinose), que podiam causar ataques de espirros ao volante um risco real para a segurança rodoviária. Anos mais tarde, a evolução tecnológica integrou o carvão ativo na estrutura do filtro, permitindo não só reter partículas sólidas, mas também absorver gases nocivos (como o ozono e o dióxido de azoto) e eliminar maus odores.
